Entrevista a Vânia Estevão, Gerente da Agência Bestravel de Aveiro
|
Porque decidiu investir num negócio? Como surgiu a ideia de optar por abrir o seu negócio em modelo franchising?
A decisão de investir no meu próprio negócio surgiu após vários anos de experiência no setor do turismo, especialmente em agências de viagens.
Ao longo desse percurso fui adquirindo conhecimento do mercado, construindo uma carteira de clientes e percebendo que tinha condições para dar o passo seguinte.
A ideia de abrir a minha própria agência foi também muito influenciada por um grande amigo e mentor, que me incentivou a transformar essa experiência num projeto próprio.
A existência de uma carteira de clientes fidelizados, aliada ao conhecimento do mercado local, permitiu-me concluir que estavam reunidas as condições para investir neste negócio.
Qual foi o principal motivo que o fez avançar nesta decisão e com este modelo de negócio? O que mais valoriza na sua rede de franchising?
Escolhi fazê-lo através do modelo de franchising da Bestravel porque é uma marca sólida, reconhecida no mercado e que transmite confiança aos clientes.
Além disso, permite-me beneficiar do apoio, das ferramentas e do know-how de uma rede experiente, mantendo ao mesmo tempo a autonomia de gerir o meu próprio negócio.
Foi complicado tornar-se franchisado desta marca? Foi a sua primeira opção?
Em 2008 fui convidada para abrir uma agência própria integrada do master Gecontur – Bestravel, em Aveiro , pelo que já tinha contacto com a marca e com o seu modelo de funcionamento.
Ao longo da experiência, senti-me bem integrado na estrutura e reconheci o forte apoio operacional, formativo e comercial que a rede oferece.
Por isto, o processo de me tornar franchisado não foi complicado, muito pelo contrário, foi um passo natural.
Tendo já essa relação e conhecendo bem as vantagens da marca, não cheguei sequer a equacionar outras opções.
A confiança no projeto e no suporte da Bestravel fez com que a decisão fosse clara desde o início.
Foi-lhe dado todo o apoio necessário para o início da sua atividade enquanto franchisado da marca? Como valoriza os serviços prestados pelo franchisador?
Sim, o apoio do master e do responsável de expansão foi essencial para garantir um início tranquilo e com confiança.
Desde o primeiro momento, senti um acompanhamento próximo e estruturado, tanto ao nível operacional como comercial.
Todo o processo de integração na marca foi bem orientado, o que facilitou bastante a abertura e a adaptação à atividade.
Valorizo muito os serviços prestados pelo franchisador, sobretudo pelo suporte contínuo, pela formação e pelas ferramentas disponibilizadas, que permitem que nos foquemos no crescimento do negócio e na relação com os clientes.
A evolução do negócio cumpre com as expetativas iniciais?
Sim, a evolução do negócio tem vindo a cumprir as expectativas iniciais.
Existem fóruns semestrais e reuniões anuais onde é feita uma análise detalhada do desempenho da rede e de cada agência.
Esses momentos são fundamentais para avaliar resultados, ajustar estratégias e alinhar objetivos.
Além disso, são também espaços importantes para a definição de campanhas e ações comerciais que ajudam a dinamizar o mercado e a potenciar o crescimento do negócio, o que contribui diretamente para a evolução positiva da atividade.
Pela sua experiência, valeu a pena criar o próprio negócio a par desta marca?
Sim, sem dúvida.
Para além de estar na área que me realiza profissionalmente, sinto que tomei a decisão certa ao escolher integrar uma das melhores redes nacionais do setor.
O apoio da marca, a estrutura existente e o reconhecimento no mercado deram-me segurança para crescer de forma consistente e sustentada.
Hoje, olhando para o percurso feito, considero que valeu claramente a pena ter avançado com este modelo de negócio em franchising.
Ser empreendedor é tratar o risco por “tu”. Qual o maior risco que pode existir no setor?
Ser empreendedor não é propriamente “tratar o risco por tu”, mas sim viver com ele sempre presente e aprender a geri-lo no dia a dia.
No setor do turismo, infelizmente, os riscos são constantes e podem ter um impacto direto na viabilidade do negócio. É uma área muito sensível a fatores externos e imprevisíveis, o que obriga a uma grande capacidade de adaptação.
Ao longo dos últimos anos, temos sido confrontados com situações como pandemias, conflitos internacionais e guerras, variações significativas no preço dos combustíveis e outras crises globais que afetam diretamente a procura e a operação do setor. Por isso, diria que o maior desafio é precisamente essa imprevisibilidade e a necessidade de estar sempre preparado para reagir rapidamente.
Quais as suas perspetivas para um futuro mais próximo?
As minhas perspetivas para um futuro mais próximo passam sobretudo por consolidar e reforçar o crescimento sustentável da atividade.
Num setor como o turismo, que está em constante evolução, acredito que é cada vez mais importante apostar na inovação e na tecnologia como ferramentas fundamentais para melhorar a experiência do cliente e a eficiência dos processos.
Ao mesmo tempo, considero essencial manter uma rede bem formada, qualificada e especializada, capaz de responder às novas exigências do mercado. Só desta forma conseguimos diferenciar-nos num setor cada vez mais competitivo e dinâmico.
Numa só frase, descreva a marca franchisadora.
A Bestravel é uma rede sólida e reconhecida que combina experiência, apoio contínuo e inovação, permitindo aos seus parceiros crescer com segurança
Defina-se a si numa frase.
Considero-me uma profissional apaixonada pelo turismo, valorizo a proximidade com o cliente, a qualidade do serviço e a melhoria contínua.
Veja o perfil dessa franquia
|
|